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RELATÓRIO ANUAL DA DIRECÇÃO (ANO 2006) Nos termos da alínea c) do n.º 2 do artigo 39.º do Regulamento Interno, a Direcção apresenta à Assembleia Geral o Relatório da sua actividade e as contas referentes ao ano de 2006. (Tendo em atenção a data de apresentação do presente Relatório, decidiu-se incluir a referência a alguns factos verificados já em 2007.) A. CONSELHO DA PRESIDÊNCIA Reuniu extraordinariamente, por convocatória do seu presidente, a fim de deliberar sobre o prosseguimento das iniciativas ligadas ao Observatório da Democracia. B. DIRECÇÃO 1. O secretário da Direcção, coronel Sebastião Goulão, solicitou a demissão do cargo, que foi aceite pelo presidente da Mesa da Assembleia Geral, tendo sido substituído pelo vogal Aprígio Ramalho, o qual por sua vez foi substituído pelo vogal suplente, José Manuel Dourada Mendes. 2. A Direcção fez um esforço para informatizar o ficheiro de sócios, através de uma aplicação fiável e de fácil utilização concebida por técnico externo que procedeu à construção de raiz de uma base de dados dos sócios, substituindo assim o pouco mais que artesanal ficheiro. Esta ferramenta informática permite visionar de imediato a situação de cada associado e, através de uma base de dados anexa, ficar a conhecer todo o seu histórico. Trata-se de uma aplicação determinante para se poderem desenvolver outras actividades e iniciativas. É portanto natural alguma discrepância nos números apresentados, no Movimento Associativo, quando confrontados com os anteriores relatórios. 3. Um dos grandes problemas com que a Associação sempre se debateu foi o deficiente sistema de cobranças de quotas, traduzido numa sempre crescente diminuição do volume de receitas. Consciente que a responsabilidade era fundamentalmente devida mau funcionamento da Tesouraria e menos dos sócios, tomaram-se algumas medidas tendentes a solucionar o problema. Começando por alterar o processo de pagamento através dos bancos – passou-se da transferência bancária para o Sistema de Débito Directo –, desenvolveu-se intensa actividade junto dos sócios, para que aderissem à nova fórmula. Os resultados obtidos, até agora, justificam já o esforço dispendido e criaram novas e melhores condições de funcionamento dos serviços de Secretaria e Tesouraria. 4. Inventário do património Há vários anos que nos Relatórios e Contas dos exercícios vem referido que, “uma vez mais não foi possível proceder-se à avaliação do património artístico da Associação”. Durante este exercício foi feito um esforço significativo, relativo ao levantamento do património e à sua valoração. Neste momento, cada uma das obras que constituem o património associativo tem uma ficha com o número de inventário, descrição da obra, autor e valor de avaliação, com fotografia da mesma. Assim, concretizou-se, no corrente exercício, aquilo que se havia prometido no passado. 5. Concursos de fotografia Lançaram-se, tendo em vista as comemorações do 33.º aniversário do 25 de Abril e as viagens a organizar futuramente, dois concursos de fotografia, a saber: 5.1. Concurso Internacional de Fotografia “25 de Abril” - aberto a fotógrafos amadores e profissionais, nacionais e estrangeiros. Como tema único terá As comemorações do 25 de Abril, em qualquer parte do mundo. Serão atribuídos prémios monetários e troféus, sendo intenção da Direcção convidar o escultor Henrique Cayatte para a elaboração destes. Será feita uma exposição no Fórum da Associação e publicadas as fotografias premiadas no site da A25A e em “O Referencial”. 5.2. Concurso “Olhar do Viajante” Destinado exclusivamente aos viajantes, participantes nas viagens promovidas pela A25A, sendo o tema alusivo à própria viagem. Serão distinguidas três fotografias, com publicação em “O Referencial” e no site da Associação. As quinze melhores fotografias serão objecto de exposição na A25A. C. DELEGAÇÕES Depois de um alargado debate, entre a Direcção e as Delegações, foi aprovado pela Direcção, em reunião de 8 de Novembro, um novo Regulamento das Delegações e Núcleos da A25A. Com este novo Regulamento, que se procurará cumprir, contamos alcançar um melhor funcionamento nas relações entre a Sede nacional e as Delegações e Núcleos, cuja necessidade se acentuou com a integração da contabilidade das Delegações e Núcleos, na contabilidade da Associação, já a partir de 1 de Janeiro de 2007. Contamos que isso se verifique já no exercício de 2007. Quanto às actividades desenvolvidas pelas Delegações, dá-se de seguida conhecimentos dos Relatórios das respectivas Direcções. 1. Delegação do Norte Transcreve-se o Relatório de actividades do biénio 2005/2006, elaborado pela Direcção: (Nos termos do Regulamento Interno das Delegações da A25A, n.º 5 do Art.º 15.º) 1. INTRODUÇÃO Neste biénio, o nosso esforço continuou a centrar-se na consolidação do projecto de História Oral a que metemos ombros, que pensamos ir no sentido correcto dos fins da A25A. Em paralelo com esse projecto continuamos com a aquisição de mais alguns livros para a nossa biblioteca temática, que já possui cerca de um milhar e meio de títulos, toda organizada, catalogada e pronta a ser consultada por quem o desejar. Gostaríamos de ter já conseguido umas novas instalações para a nossa sede social, mas a entidade que mais nos poderia auxiliar nesse aspecto, a Câmara Municipal do Porto, não parece muito interessada nesse objectivo e as relações entre esta Delegação e aquela têm-se vindo a deteriorar. Parece-nos que pouco poderemos esperar dela, enquanto a Autarquia estiver nas mãos deste poder político. 2. ACTIVIDADES Dentre as comemorações do 25 de Abril que um pouco por todo o norte do país tiveram lugar nestes dois anos e que, na medida das nossas possibilidades e em função das solicitações, fomos apoiando, serão de salientar as centradas na cidade do Porto que organizámos, quer em parceria com outras instituições quer isoladamente. A C.M. do Porto manifestou muito pouco empenhamento no apoio que forneceu a essas comemorações, pelo que as mesmas foram de muito baixa intensidade na cidade. Acresce ainda, que o subsídio prometido em 2006 à Comissão Organizadora das Comemorações Populares do 25 de Abril na cidade do Porto, não foi entregue, como já foi amplamente divulgado, quer aos nossos consócios, quer através da C.S. O caso continuará no Tribunal, onde já deu entrada uma acção contra a Autarquia. O ponto alto das nossas iniciativas de 2005 foi uma sessão no pequeno auditório do teatro Rivoli, na tarde de 21 de Maio, com duas partes. Na primeira foi efectuada a divulgação pública do nosso projecto de História Oral, em colaboração com a Universidade Popular do Porto (UPP); na segunda teve lugar um debate subordinado ao tema “O Referendo – um instrumento democrático”, com a participação do Dr. Carlos Laje (PS), Dr. Jorge Neto (PSD), Victor Dias (PCP) e Dr. Diogo Feio (CDS/PP). Estava prevista também a presença do Dr. Teixeira Lopes (BE), mas algumas dificuldades pessoais de ultima hora não o permitiram. Lamenta-se a pouca presença de público, já que o evento decorreu com uns nível e interesse bastante elevados. Enviámos nestes dois anos cerca de quatro dezenas de representantes como participantes em conferências, debates e palestras em escolas de diferentes graus de ensino, autarquias e outras instituições, onde se falou de ABRIL. Organizámos em cada ano um concurso para jovens das escolas da zona norte do país, sob a temática do 25 de Abril, premiando os trabalhos que julgamos mais conseguidos. Fornecemos documentação para algumas dezenas de exposições sobre o 25 de Abril que tiveram lugar no norte do país e não só, a escolas, autarquias e outras entidades que pediram o nosso apoio. Para onde nos convidaram e não foi possível estarmos presentes, enviamos a mensagem da Direcção Nacional para ser lida. Colaboramos, com propostas à Direcção Nacional, na elaboração do novo Regulamento Interno das Delegações/Núcleos, aprovado em 2006.11.08. Apostadas na promoção e divulgação da cultura, entendida com condição fundamental para o enriquecimento do homem e o progresso social, esta Delegação e a UPP (Universidade Popular do Porto), assinaram em 18 de Fevereiro de 2006, um Protocolo de Cooperação. Nele é referida a divulgação mútua das iniciativas de cada uma das Instituições, as condições em que os associados de cada uma delas participam nas da outra e a possibilidade de organização de projectos comuns. 3. INSTALAÇÕES SOCIAIS Não foi possível até à data chegar a um entendimento com a CMP a fim de se analisarem novas possibilidades de outras instalações para a nossa Sede e seus serviços. Neste momento, por razões óbvias, é opinião nossa que tal desiderato é completamente impossível. Embora alguns membros da Direcção já tenham manifestado intenção de efectuar contactos por outras vias para desbloquear esta situação, a verdade é que só há pouco tempo, após as últimas autárquicas, conseguimos em 18 de Janeiro de 2006 uma audiência com o Presidente da Câmara Municipal de Matosinhos para o efeito. A entrevista correu satisfatoriamente e seguiu-se a vinda de uma delegação daquela autarquia às nossas actuais instalações, para “in loco” se familiarizar com a nossa realidade e respectivas necessidades. Os contactos têm continuado, mas ainda não foi possível obter o espaço condigno que ambas as partes desejam. 4. CDIAL (Centro de Documentação Abril e a Liberdade) O nosso apelo para que cidadãos, sócios ou não sócios, nos legassem a totalidade ou parte do seu espólio documental que se enquadrasse no nosso Centro de Documentação, que surtiu inicialmente alguns efeitos, não tem tido continuidade. Muito provavelmente por culpa nossa que não conseguimos ser convincentes como depositários desses espólios. É nossa intenção dar um novo dinamismo a essa tarefa. A Biblioteca temática, possui neste momento quase 1500 livros, como já antes referido, fruto de doações (Sede da A25A, autores, editoras, outras instituições) e aquisição por compra. Está totalmente catalogada e informatizada e em breve poderá até ser consultada por títulos no “site” da A25A (www.25abril.org). Tal trabalho só foi possível através da colaboração remunerada, a expensas da Delegação, de um jovem licenciado em História. 5. PROJECTO DE HISTÓRIA ORAL O desenvolvimento do projecto de investigação em História Oral para a História do 25 de Abril no Norte de Portugal – Histórias de Vida do MFA, coordenado, no âmbito do Centro de Documentação e Informação Abril e Liberdade, pelo vogal da Direcção Manuel Loff, defrontou-se ao longo do ano de 2006 com uma opção problemática: o avanço na recolha de mais entrevistas, sob a forma de histórias de vida, a somar às onze que foram recolhidas nos dois anos anteriores, significa uma maior acumulação de material conservado em suporte audiovisual para o qual não tem sido encontrada solução prática para o seu tratamento (digitalização e transcrição anotada). É no tratamento destes documentos orais que o projecto tem tido dificuldades prementes. O estágio que um estudante da Licenciatura de História da Faculdade de Letras da Universidade do Porto realizou nos meses de Outubro de 2005 a Março de 2006 permitiu, contudo, avançar neste sentido, retomando trabalho deixado em atraso de anos anteriores, mas o cancelamento por parte do Governo dos programas de apoio a estágios a estudantes do Ensino Superior não augura as melhores perspectivas para o ano de 2007. 6. SITUAÇÃO FINANCEIRA No sentido de obter de uma forma sustentada algum desafogo financeiro para a Delegação, efectuou a Direcção da mesma, visitas aos Governadores Civis dos cinco distritos da nossa área (Porto, Braga, Viana do Castelo, Vila Real e Bragança). Os encontros tiveram como objectivo, além da natural apresentação de cumprimentos, a entrega de um dossier referindo a nossa Situação Actual e os Projectos para o Futuro. A cada um deles deixamos um projecto de protocolo, a ser porventura assinado por eles e a A25A, que contemplava o desenvolvimento de algumas actividades nossas, cabendo nos Estatutos, em benefício de cada um dos distritos em apreço. A contrapartida seria o apoio financeiro à A25A para essas iniciativas. Infelizmente, as determinações do Governo da República, limitando àqueles órgãos a capacidade de atribuição de subsídios, travaram este processo. Conseguimos também que um artista, o pintor Orlando Pompeu, nos oferecesse uma das suas obras para reprodução serigráfica de 120 exemplares. Vendemos mais de metade dos exemplares e continuamos tentando vender os restantes, bem como outros exemplares de outros autores, que connosco colaboraram em iniciativas idênticas, que ainda temos em stock. 7. COMENTÁRIOS E CONCLUSÕES • ASPECTOS POSITIVOS MARCANTES - Finalização da catalogação e informatização da nossa Biblioteca; - Prossecução do Projecto de História Oral; - Abertura de uma nova porta de diálogo, com a Câmara Municipal de Matosinhos. • ASPECTOS NEGATIVOS MARCANTES - Aumento das dificuldades de apoio dos Governos Civis; -Completo esvaziamento no relacionamento com a Câmara Municipal do Porto; Entendemos que devemos continuar com a iniciativa/colaboração em todas as actividades de evocação do 25 de Abril de 1974 e suas consequências, bem como em todos os projectos de Memória daquela data. No cumprimento destes objectivos há necessidade de resolver dois problemas: a obtenção de uma nova Sede para a Delegação e a nossa sustentabilidade financeira. Para a solução destes dois problemas, já inúmeras vezes apelamos à colaboração da massa associativa, com propostas, sugestões, ideias, mas infelizmente não temos tido resposta. Aqui continua o apelo. A Direcção continua a acreditar na existência da A25A e na desta Delegação, mas ajudem-nos a manter este sonho de pé. Que a credibilidade que do exterior nos conferem, seja correspondida no nosso seio. Porto, 31 de Dezembro de 2006 O Presidente da Direcção Antero Aníbal Ribeiro da Silva 2. Delegação do Centro Transcrevem-se dois documentos da responsabilidade dos Corpos Sociais: a) RELATÓRIO DE ACTIVIDADES RELATIVO AO ANO DE 2006 1. Preâmbulo A actividade desenvolvida pela Delegação durante o ano de 2006 foi relativamente limitada, sobretudo por ter continuado sem solução o problema da falta de uma sede onde instalar os seus serviços, e por subsistirem alguns condicionamentos à sua acção, designadamente, dificuldade de comunicação com os sócios e problemas administrativos na relação com a sede da Associação em Lisboa. Quanto ao último ponto, verificou-se um avanço significativo com a aprovação, em 28 de Novembro de 2006, do Regulamento Interno das Delegações/Núcleos. Entretanto, o Presidente da Direcção, acompanhado pelo Presidente da Assembleia-Geral, deslocou-se algumas vezes a Lisboa para discutir o respectivo projecto com a Direcção Nacional e tratar, ao mesmo tempo, da regularização de assuntos pendentes e da transição para o novo regime criado com a aprovação do regulamento. 2. Actividades desenvolvidas As actividades concretas e mais significativas levadas a efeito em 2006 foram as seguintes. - Participação do Presidente da Direcção na sessão solene comemorativa do 25 de Abril, promovida pela Câmara Municipal da Figueira da Foz. - Participação do Presidente da Assembleia-Geral, em 23 de Abril, na sessão comemorativa do 25 de Abril em Oliveira do Bairro, promovida pela Filarmónica União de Oliveira do Bairro. De salientar a participação na sessão de D. Ximenes Belo. - Realização na Figueira da Foz, da sessão evocativa do 25 de Abril, promovida pela Delegação, com um almoço-convívio dos sócios, a homenagem ao falecido Vice-Presidente da Direcção da Delegação, Jorge Rigueira, e uma exposição de pintura. - Participação de elementos dos corpos sociais da Delegação em sessões junto escolas secundárias, a pedido dos Conselhos Directivos. - Representação da Delegação na apresentação em Coimbra, em 29 de Junho, da obra de Aires Antunes Diniz em homenagem ao republicano Álvaro de Castro. - Participação da Delegação, através do Presidente da Assembleia-Geral, na Evocação da «Revolta dos Marinheiros», de 8 de Setembro de 1936, realizada na Lousã no dia 9 de Setembro, integrando a respectiva Comissão “Memória e Tributo”, em representação da Direcção Nacional. - Presença do Presidente da Assembleia-Geral na sessão evocativa do 5 de Outubro, realizada na Figueira da Foz, promovida pelo Partido Socialista e Associação 24 de Agosto. - Evocação do 5 de Outubro, promovida pela Delegação na Casa Municipal de Cultura, em Coimbra, no dia 10 de Outubro, com a apresentação da obra de homenagem ao General Sousa Dias, da autoria de Augusto J. Monteiro valente, e uma comunicação proferida pelo Prof. Dr. Amadeu Carvalho Homem. - Patrocínio da obra editada pelo Centro de Documentação 25 de Abril sobre as prisões do Estado Novo. Coimbra, 20 de Janeiro de 2007 O Presidente da Direcção Fernando Góis Moço b) PLANO DE ACTIVIDADES PARA 2007, da responsabilidade da nova Direcção regional, eleita em 20.01.2007 Preâmbulo Nos termos do Artigo 5.º do Regulamento Interno das Delegações/Núcleos, aprovado em sessão plenária da Direcção da Associação, em 8 de Novembro de 2006, as Delegações têm por fins: 1. Fomentar a participação dos associados das respectivas zonas de acção, em todas as actividades da Associação; 2. A representação da A25A na respectiva zona de acção, sempre que delegada pela Direcção da associação; 3. A realização de actividades dentro da respectiva zona de acção que caibam no âmbito dos Estatutos da A25A, quer por sua iniciativa, quer por delegação da Direcção da Associação; 4. O aprofundamento da implementação da A25A na sua zona de acção, nomeadamente através da angariação de novos associados. Plano de actividades para 2007 Em ordem a procurar concretizar os fins da Delegação acima expostos, a Delegação de Coimbra da A25A irá procurar desenvolver as suas actividades no ano de 2007 segundo as seguintes linhas de orientação: 1. Promover uma maior consolidação da implantação da Delegação na sua zona de acção, dinamizando a criação de Núcleos, a ligação aos associados, a descentralização das actividades e a utilização do sítio e blogue da Associação como espaços de comunicação e debate livre e aberto; 2. Estreitar a ligação com a Direcção Nacional e as outras Delegações da A25A, participando e/ou colaborando nas respectivas actividades; 3. Reforçar a coesão dos Órgãos Dirigentes através de reuniões periódicas, para discutir e coordenar acções concretas a desenvolver; 4. Prosseguir as diligências com vista à criação e instalação de uma sede da Delegação e a cedência provisória de um espaço adequado para as reuniões dos Órgãos Dirigentes; 5. Aprofundar a ligação e articulação da Delegação com outras associações cívicas e culturais da sua zona de acção, através de parcerias e acções conjuntas. Neste âmbito, propor à Direcção Nacional da Associação a adesão da Delegação ao Conselho da Cidade de Coimbra, com vista à sua maior visibilidade, projecção e intervenção; 6. Promover a preservação da memória histórica democrática, numa perspectiva de pedagogia cívica e cultural, dirigida especialmente às gerações jovens, incrementando as acções junto dos estabelecimentos de ensino e associações académicas e colaborando com iniciativas que visem a mesma finalidade; 7. Patrocinar as evocações em Coimbra de Zeca Afonso, na passagem do 20 º aniversário do seu falecimento; 8. Participar nas comemorações do 33 º aniversário do 25 de Abril e do 25 º aniversário da Associação 25 de Abril, promovidas pela Direcção Nacional da Associação e integrar ou patrocinar as comissões promotoras de outras iniciativas com idêntico objectivo, criadas por associações cívicas e culturais ou por grupos de cidadãos; 9. Organizar em Coimbra acções comemorativas do 33 º aniversário do 25 de Abril, a levar a efeito em 16 de Março e em 27 de Abril, em parceria com outras instituições e/ou associações. 3) Delegação do Alentejo A actividade desta Delegação, que já foi muito intensa, ressentiu-se de alguns problemas que a dificultaram bastante. Em primeiro lugar, o relacionamento entre a Delegação e a Sede, no que se refere ao controlo financeiro e às relações com os sócios colectivos especiais autarquias, que originou a suspensão da atribuição do subsídio à Delegação, que permitia a contratação de um funcionário para a sede da Delegação. O que, em consequência, provocou o encerramento das instalações da referida sede, cedidas pela Câmara Municipal de Grândola. Em segundo, o agravamento das relações entre a Direcção da Delegação e a Câmara Municipal de Grândola, que provocou a interrupção da colaboração entre as duas entidades. Depois de uma tentativa de reunião da Assembleia Regional, não concretizada por falta de quórum, foi marcada uma nova reunião da referida Assembleia Geral Regional, que procedeu à eleição dos novos corpos sociais da Delegação, que irão tomar posse brevemente. Confia-se que se consigam ultrapassar os diversos problemas existentes e permitir à Delegação o retomar das suas actividades plenas. Também a entrada em vigor do novo Regulamento das Delegações e Núcleos contribuirá certamente para a normalização desejada. De realçar, no referente às actividades desenvolvidas: • Continuação das diligências para a criação de um Núcleo do Norte Alentejano, com sede em Assumar, cuja aprovação já foi efectuada pela Direcção nacional; • Apoio à Comissão de Utentes do Centro de Saúde de Grândola; • Organização, em parceria com a C. M. de Monforte e a Junta de Freguesia de Assumar, do tradicional jantar convívio do 25 de Abril; teve cerca de 500 participantes, entre os quais vários associados da A25A; • Elaboração de um regulamento para um Concurso da “Medalha de Abril” (pelo sócio Pedro Horta), que se pretende lançar junto dos alunos das escolas do Alentejo; • Representação em vários locais, para onde se foi convidado, para comemorar o 25 de Abril (26 iniciativas, em escolas e autarquias); • Reunião com a Delegação do Norte da A25A para debate de assuntos de interesse para as Delegações e Núcleos; • Execução de duas exposições itinerantes; • Colaboração em duas sessões de poesia popular alentejana; • Colaboração em exposição de pintura, em Assumar, com obras de associados da A52A. 4. Delegação do Algarve Na sequência do enorme êxito alcançado no jantar comemorativo dos 32 anos de Abril, criou-se uma dinâmica que levou à apresentação e posterior aprovação de uma proposta para a criação de uma Delegação da A25A no Algarve. Constituída a respectiva Comissão Instaladora, esta vem desenvolvendo diversas actividades, contando-se em breve com a sua plena instalação. D. COMEMORAÇÕES DO XXXII ANIVERSÁRIO DO 25 DE ABRIL As comemorações do 32.º aniversário do 25 de Abril registaram uma participação que ficou dentro das expectativas 1. Comemorações próprias Nacionais 1) Emissão de medalha da autoria do nosso associado Luís da Mata Almeida. 2) Emissão de cartaz e autocolante da autoria do nosso associado Luís da Mata Almeida. 3) Tradicional jantar-convívio, no dia 24 de Abril, que reuniu no AquaShow, em Quarteira, mil associados, familiares e amigos. 4) Corrida da Liberdade, em Lisboa, numa organização conjunta com a Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto, com a colaboração das Câmaras Municipais de Lisboa e Odivelas. 5) Festa Jovem, no Complexo Municipal de Desportos Cidade de Almada, numa organização conjunta com a Câmara Municipal de Almada, Federação Portuguesa de Trampolins e Desportos Acrobáticos, Associação de Ginástica de Lisboa e Associação de Ginástica do Distrito de Setúbal. 6) Comemorações populares, em organização conjunta com várias organizações cívicas, culturais, sindicais e políticas, inclusive partidos políticos e elementos independentes que, mais uma vez, constituíram a Comissão Promotora das Comemorações Populares. 2. Outras Comemorações a) Foi a A25A solicitada para participar em comemorações organizadas pelas mais diversas entidades, sediadas em Portugal, incluindo as Regiões Autónomas dos Açores e Madeira, e no estrangeiro: autarquias, associações diversas, bibliotecas, comissões populares, estabelecimentos de ensino público e privado dos diversos graus de ensino, editoras, sindicatos, partidos políticos, etc. Concretamente: 11 escolas, 31 autarquias, 17 associações e 10 diversos. b) No presente ano, e dado o grande esforço efectuado, conseguimos satisfazer cerca de 95 por cento dos pedidos, tendo sido enviadas mensagens a quem não foi possível responder afirmativamente com a presença de um representante. De salientar o já habitual convite vindo da nossa Delegação do Canadá, onde se deslocou o coronel Sebastião Goulão. c) Continuou a cedência de materiais a diversas entidades destinados à organização de exposições comemorativas do aniversário do 25 de Abril. Foram cerca de trinta os pedidos feitos e satisfeitos por autarquias, escolas, associações, etc. d) Para além dos convites, refiram-se também as saudações recebidas, de Portugal e do estrangeiro, oriundas fundamentalmente de autarquias. E. SEDE Como temos vindo a afirmar nos Relatórios dos anos anteriores, a existência da nova sede, sendo uma enorme mais valia, constituía também um enorme desafio. Passados seis anos, podemos afirmar que as perspectivas têm vindo a realizar-se, ainda que continuemos a desejar mais e melhor. Temos conseguido dinamizar o espaço da sede, ali realizando ou permitindo que se realizem diversas actividades de natureza cívica, cultural e desportiva. No entanto, torna-se indispensável um esforço dos associados, quanto a uma maior frequência. Só assim se conseguirá manter aberto, e com boas condições, um restaurante para os associados e convidados, que contribuirá bastante para um reforço da actividade associativa. 1. Biblioteca O património da Biblioteca tem vindo a aumentar, continuando a sua consulta a ser possível, mediante marcação prévia. 2. Restaurante A desastrosa gestão do restaurante não estava a ser um benefício para os associados, mas sim um factor propiciador do afastamento dos mesmos. Para além da fraca qualidade do serviço, acrescia o facto de a Associação não ver cumprido o compromisso consigo estabelecido pelo concessionário. Em consequência, pode afirmar-se mesmo que a A25A, para além de não ter recebido quaisquer receitas do Restaurante, ainda suportou alguns custos de funcionamento do mesmo. Por isso, a Direcção decidiu terminar, com efeitos a partir de Julho de 2006, o contrato, tendo tomado as providências adequadas com vista a encontrar um novo parceiro que pudesse responder ao desejo de todos: um serviço no Restaurante/Bar que tivesse uma boa relação qualidade/preço e funcionasse como um elemento activo e aglutinador da actividade associativa. Foi assim possível estabelecer, em Outubro de 2006, com o sargento ajudante Joaquim da Cruz Ferreira, com enorme experiência e prestígio, um novo contrato. Passados poucos meses, podemos afirmar a nossa convicção de que a aposta foi ganha. O serviço melhorou claramente, seja na qualidade das refeições, seja no serviço propriamente dito; os preços não subiram e foram mesmo criadas alternativas que, caso o cliente assim o decida, permite baixá-los; a relação qualidade/preço aumentou significativamente. Se, ao facto de um notável aumento dos associados e convidados que frequentam o restaurante, juntarmos o cumprimento integral dos compromissos por parte do concessionário, só há que fazer votos para que a situação melhore mais e se prolongue pelo tempo fora. De salientar a melhoria que se conseguiu, através de uma intervenção específica no tecto, das condições sonoras do Restaurante. Salienta-se, também, a intervenção que permitiu criar condições para a realização de exposições no espaço do Restaurante e do Bar, ainda que de menores dimensões do que as realizadas no Fórum. 3. Fórum 25 de Abril Para além das actividades organizadas pela A25A, saliente-se a grande procura que este espaço vem tendo, através de propostas das mais diversas entidades. a) Lançamento de obras literárias Apresentadas várias obras novas de diversos autores e editoras (6). b) Exposições Organizadas três exposições, para além das exposições intercalares, com património da A25A. c) Tertúlias, debates, etc. Organizados, quer da responsabilidade da A25A, quer da responsabilidade de outras entidades, diversos debates, onde se procura dinamizar o confronto de ideias, com vista ao enriquecimento intelectual, individual e colectivo (4). d) Visitas de grupos escolares à sede e do Centro Nacional de Cultura, com sessões de informação e debate sobre o 25 de Abril e a A25A (4). e) Foram efectuadas pinturas em toda a área que corresponde ao Piso 0, tendo posteriormente sido colocadas calhas que permitem uma melhor e mais eficaz movimentação dos materiais a expor. 4. Bridge Terminado o VI Troféu A25A, deu-se início à realização do VII Troféu A25A, com oito sessões mensais. Prosseguiu um curso de actualização, da responsabilidade do coronel Luís Galvão. 5. Loja Continuaram a estar disponíveis, para aquisição dos associados e convidados, artigos diversos (livros, medalhas, posters, serigrafias, etc.). F. OUTRAS ACTIVIDADES 1. Núcleo de viagens turísticas e culturais O núcleo de organização de viagens turísticas e culturais, coordenado pelo consócio Sebastião Goulão, proporcionou aos associados uma viagem à Rússia, cuja adesão foi tão grande que houve necessidade de serem distribuídos por dois grupos, cada um deles com cerca de cinquenta viajantes. Devido ao facto de a Direcção ter prescindido da colaboração do consócio Sebastião Goulão na organização das viagens, este pelouro foi assumido pelo secretário da Direcção, Aprígio Ramalho, que deu início à preparação do programa para 2007, que incluirá uma viagem a Cabo Verde (Maio) e outra à China (Outubro). 2. Actividades de Divulgação Histórica. a) Site da Associação Foi lançado em 25 de Abril de 2006 o novo site da A25A. Foi possível criar uma Base de Dados (BD) que regista os principais acontecimentos de 1973 e 1974 até ao dia 1 de Maio. Os acontecimentos dos dias 24, 25 e 26 de Abril estão discriminados hora a hora. As visitas ao site nos primeiros 10 meses foram da ordem dos 120.000, o tempo médio de cada visita é de 4,5 minutos e a média de páginas vistas por sessão é de aproximadamente de 14. A média geral de visitas dia é de 377, sendo de salientar o aumento gradual e consistente do número de visitas desde o seu lançamento. Face ao elevado número de visitas, podemos afirmar que o site da A25A é já o instrumento principal de divulgação da mesma. Não houve capacidade de, como se desejava, proceder a uma melhoria de conteúdos suscitando a colaboração dos associados que eventualmente disponham de relatos ou documentos complementares aos conteúdos actualmente existentes. Será tarefa, certamente prioritária para a próxima direcção. b) Curso para professores de história Organizou-se um curso para professores de história, em parceria com a Associação de Professores de História (APH). O curso foi acreditado pelo Conselho Científico e Pedagógico de Avaliação Contínua. O curso é constituído por 5 módulos: Módulos Formadores O Estado Novo no pós II Guerra Mundial Professor Fernando Rosas, Professor António Reis A Guerra Colonial Coronel Aniceto Afonso, Coronel Matos Gomes A conspiração e acção militar do 25 de Abril Coronel Vasco Lourenço, Comdt.Almada Contreiras, Comdt. Pedro Lauret A Descolonização General Pezarat Correia, Almirante Vítor Crespo A transição do Poder Revolucionário para o Poder Democrático (1974,1976,1982); Coronel Vasco Lourenço, Almirante Martins Guerreiro, Coronel Rosado da Luz Inicialmente previsto um curso em Lisboa e outro em Faro, houve necessidade de efectuar um segundo em Lisboa, face ao número de inscrições. O Curso foi financiado pelo Montepio Geral. c) Site Guerra Colonial Foi obtido um financiamento a 50% para desenvolver um site sobre a Guerra Colonial. Estando a ser tentados outros financiamentos, nomeadamente junto dos Ministérios da Defesa e Educação, há já a confirmação de apoio por parte deste último. O site será constituído por uma adaptação da obra «Guerra Colonial» de Aniceto Afonso e Matos Gomes. Terá ainda um módulo pedagógico destinado a professores e alunos dos ensinos básico e secundário. 3. Actividades Político-Culturais e de fomento da Cidadania Na sequência das actividades de carácter político-culturais anteriormente desenvolvidas, foi decidido lançar um blogue aberto à participação geral, e convidar um conjunto de personalidades de variadas áreas profissionais e ideológicas, para constituírem o seu Corpo Redactorial. Aceitaram cerca de 100 personalidades e o blogue será lançado no dia 17 de Abril próximo. O blogue chamar-se-á «Avenida da Liberdade». 4. Protocolos e acordos a) Foi proposto ao Ministério da Educação um protocolo de acordo para apoio a actividades promovidas pela A25A junto de professores e alunos. Irá ser assinado no dia 23 de Abril próximo, pela ministra da Educação e pelo presidente da Direcção da A25A um protocolo que prevê apoios nas seguintes áreas: • Idas a escolas de elementos da A25A em divulgação da nossa história recente (Guerra Colonial, 25 de Abril…); • Concurso anual, para alunos dos ensinos básico e secundário, sobre temas da nossa história recente, em parceria com a APH; • Apoio financeiro para um módulo pedagógico, a inserir no Site sobre a Guerra Colonial, • O apoio a cursos de formação de professores ficará dependente de novas regras a estabelecer para a formação contínua de professores. b) Proposto pela Guarda Nacional Republicana, está em estudo um projecto de protocolo, entre essa entidade e a A25A, com vista à colaboração do Arquivo Histórico, Biblioteca e Museu da GNR e a A25A, no sentido de estreitar o relacionamento, nomeadamente na investigação histórica e cultural, da permuta documental e na realização de iniciativas conjuntas. c) Está também em estudo a elaboração de um projecto de protocolo entre o Ministério da Defesa Nacional e a A25A, com vista à colaboração nas nossas actividades, especialmente no que se refere ao site sobre a Guerra Colonial. d) Embora ainda não assinado, está em vigor um acordo entre a Radiotelevisão Portuguesa (RTP) e a A25A, com vista à cedência de imagens para os nossos sites. 5. Convites à A25A Como nos anos anteriores, foram frequentes os convites dirigidos à A25A para se fazer representar em actividades várias. Sempre que o considerou desejável e possível, a Direcção fez-se representar, enviando mensagens quando a presença física não foi viável. 6. O Referencial Mantendo a sua acção de primeiro instrumento de interligação entre os corpos sociais da A25A e os associados, e destes entre si próprios, O Referencial continuou a pautar a sua edição por elevados critérios de qualidade. Ao director, ao editor e demais colaboradores o nosso público louvor e agradecimento. 7. Ofertas à A25A Foram várias as instituições e entidades que contribuíram para o aumento do nosso património com a oferta de obras de arte, medalhas comemorativas, livros, etc. 8. Comissão de Acompanhamento da Revisão de Carreiras dos Militares Continuou a actividade da Comissão que vem acompanhando a aplicação da Lei 43/99. A equipa coordenada pelo almirante Martins Guerreiro vem desenvolvendo diligências, para que seja reactivada a Comissão de Apreciação, de modo a que sejam resolvidos os muitos casos que continuam pendentes. 9. Movimento Não Apaguem a Memória A A25A decidiu apoiar o Movimento Não Apaguem a Memória, difundindo as suas realizações e apelando à participação dos seus associados no mesmo – o que se traduz no facto de muitas adesões efectivas. Para além disso, dado que a A25A disponibilizou instalações para as diversas reuniões do Movimento NAM e outro apoio logístico, decidiu fazer-se representar na ligação entre as duas organizações pelos associados Manuel Martins Guerreiro e José Luís Villalobos Filipe G. MOVIMENTO ASSOCIATIVO a) Sócios efectivos No período em apreço foram admitidos 72 (setenta e dois) Sócios Efectivos, os quais são propostos para ratificação à presente Assembleia Geral; 100 (cem) pediram a exoneração e 13 (treze) faleceram (Carlos Alberto Idães Soares Fabião, Joaquim António Cartaxo de Mira, Joaquim António Judas Ferreira, Joaquim dos Remédios Paulino, Jorge Lee Ferreira de Carvalho, José António da Costa Coelho Fonseca, José Bernardino Coelho, José Gaspar, José Joaquim Santos Júnior, Manuel de Deus Caldas Caetano, Silvério Augusto Benedito, Valter Lopes, Victor Manuel Antunes de Sousa). b) Apoiantes Faleceram 3 (três) Apoiantes (Inácio Barradas Catrapolo, Joaquim Ângelo Caldeira Rodrigues e Henrique Adriano Silva Monteiro c) Sócios colectivos Não foram admitidos sócios colectivos. d) Sócios correspondentes Foram admitidos 2 (dois) sócios correspondentes. A Associação 25 de Abril conta com o seguinte número de associados no gozo dos seus direitos associativos: 1.716 sócios efectivos, 888 apoiantes, 29 sócios colectivos 19 sócios correspondentes. Para além disso, temos: 8 sócios de Honra 24 sócios a título póstumo. Situação disciplinar A Direcção não exerceu qualquer acção disciplinar, durante este período. Mantêm-se suspensos, por motivos do não pagamento de quotas: 1.076 sócios e 862 apoiantes. Saliente-se o esforço feito pela Direcção, no sentido de levar os sócios suspensos – que, ou nunca pagaram quotas, ou não o fazem há bastante tempo – a apresentarem o seu pedido de demissão. Mesmo que não queiram proceder ao pagamento das quotas em atraso. Essa iniciativa teve já alguns resultados, pelo que o número de associados suspensos tem vindo a diminuir. E, se a maioria opta pelo simples pedido de demissão – muitos com o argumento de que já há muito haviam feito o mesmo pedido, pelo que se não consideram devedores – outros há que juntam a esse pedido o cheque para pagamento da dívida existente. E, outros, ainda, procedem ao pagamento e continuam sócios, daí resultando a sua recuperação plena. H. SITUAÇÃO ECONÓMICA E FINANCEIRA 1 – INTRODUÇÂO Os resultados líquidos do exercício de 2006, ainda que negativos, apresentam uma melhoria substancial de cerca de € 30.000,00, relativamente ao exercício anterior, sendo ainda o melhor dos resultados verificados nos últimos exercícios: • 2006 – prejuízo de € 26.299,87 • 2005 – prejuízo de € 56.576,40 • 2004 – prejuízo de € 34.408,15 • 2003 – prejuízo de € 79.728,62 Tal melhoria não resulta de alterações estruturais, mas sim de factos e actividades pontuais que expressam os esforços efectuados no sentido de melhorar a situação económico-financeira da A25A, sendo de evidenciar os resultados obtidos com: • subsídios (do Estado, autarquias e entidades privadas) € 50.008,35 • recuperação de quotas de exercícios anteriores € 42 226, 09 • donativos € 15.833,25 De referir que as quotas do exercício de 2006, efectivamente cobradas, continuam, como vem acontecendo em exercícios anteriores, a não cobrir os custos administrativos e, muito menos, os custos com O Referencial. De rel | |||||||||||||||||||||||||||